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Pra quem ainda não assistiu, United States of Tara é uma série da Diablo Cody, aquela roteirista que ganhou o Oscar por causa do filme Juno, e produzida pelo Steven Spielberg. Além de falar sobre um assunto que me interessa, o transtorno dissociativo de identidade ou mais conhecido como de múltiplas personalidades – tanto que eu já li Sybil, da Flora Rhea Schreiber, e assisti o filme baseado na obra estrelado por Sally Field, a matriarca dos Walker em Brothers & Sisters –, o show é uma tragicomédia com a maravilhosa atriz Toni Collette, de Um Grande Garoto e Pequena Miss Sunshine, especialista nesse ramo, e outros atores não tão conhecidos assim, mas que são estupendos na atuação. Enfim, é algo que realmente vale a pena acompanhar.

Propaganda de fã à parte, vamos às considerações sobre o episódio que eu acabei de assistir.

Nesse episódio, várias coisas acontecem. A mais importante dela, pelo menos pra mim, é o aparecimento da Alice, a alter que eu mais gosto – apesar de QUASE TODO MUNDO não ser muito simpático a ela –, e a sua gravidez psicológica. Esse ego superperfeitinho da Tara encasqueta que está em gestação, tanto que, com medo de que isso seja realmente verdade, o Max pede pra Charmaine vir até a casa deles pra fazer um teste. Assim, eu até gosto da Charmaine. Ela é a típica sou-chata-mas-pode-contar-comigo. E é irônica também. Quando ela disse que não queria estar presente quando a Alice estivesse parindo um bebê invisível e, pensando bem, queria sim, eu ri. Ela é muito sacana…

Enfim, ainda envolvendo a Tara, tem o outro alter, que o Max muito sofrido revela pra ela – o que faz a Alice se manifestar. É algo animalesco, vestido de Chapeuzinho Vermelho, e que, nas palavras da Alice depois de saírem do teatro do Marshall na igreja – e dela pedir uma bênção pro bebê – se chama Gimmy. No final do episódio, a Alice menstrua e pensa que perdeu o neném, ao que o Max consola, explicando a situação e dizendo – e dá pra ver que sinceramente! – que a ama.

Aí a gente vê direitinho a relação do Max com os alters, tirando o recém-aparecido Gimmy: ele sente desejo pela T., ama a Alice e sente as duas coisas pela Tara. É muito bonito isso se você for ver mais de perto.

Agora, sobre as outras partes do episódio, temos o Marshall no já citado teatro na igreja e tal. Ele quase morreu de apreensão com aquele assunto todo do pastor, pai do Jason, pra cima dele, pensando que ele tinha descoberto que ele era gay e tal. Nada. No final, a gente ficou sabendo que era tudo um papo de conversão e coisas do tipo. Confesso que, se tivesse na pele dele, sentiria o mesmo. Acho que todo mundo se sente assim com certos diálogos ambíguos.

Ah, também temos a Kate largando do Gene e ele despedindo-a do fast food onde ela trabalha. Depois de uma conversinha com a Alice, enquanto ela arruma o seu cabelo e o da Charmaine, e dava lições sobre como tratar os homens de modo a conseguir o que se quer, vai até o restaurante e pede o seu emprego de volta. Com uma voz fininha e completamente delicada, ela conversa com o patrão e, depois de um vídeo muito esquisito, que até eu mesmo estranhei e acho que tem alguma coisa por trás, consegue o emprego de volta. Ou não. Ficou tudo muito… confuso. Não era muito mais fácil ele dizer que ela tinha o emprego de volta nas segundas-feiras depois da escola? Vamos ver o que isso vai dar…

Resumindo, tudo acaba num eterno ponto de interrogação que só dá vontade de assistir mais e mais um episódio. Também, com um roteiro assim, cheio de novidades, inclusive de um alter com características animais…

E, meu Deus, aquele teatro foi muito punk! Até eu fiquei com medo! Aquela cena do aborto foi… nojenta!

Bem, acho que é isso. Aguarde e, ainda hoje, verá o review do 5×16 de The Office e amanhã – quem sabe? – dos dois novos episódios legendados que saíram de It’s Always Sunny in Philadelphia. Então, até a próxima!

HOW I MET YOUR MOTHER

As personagens das séries têm muito daquele negócio de se comportarem diferente quando encontram um determinado alguém, talvez um amigo ou affair que tenha feito parte do passado cheio de saudade. Em How I Met Your Mother, por exemplo, isso já aconteceu umas duas vezes – que eu me lembre! Lembra quando a Lily se encontrou com aquela amiga, acho que do colegial, e começou a agir que nem uma mina ou coisa parecida? Então. Isso se “repetiu” com o Ted, só que em relação à Karen.

Quem é Karen? Uma piranha vegetariana e totalmente esnobe que namorou o Ted nos primeiros anos da faculdade e que vivia chifrando ele e, o pior, bem na cara do corno – por isso o elogio no começo da frase. Não preciso nem dizer que o Marshall e a Lily, que presenciaram todo o separa-e-volta, odiaram quando o Mosby disse que se encontrou, transou e voltou a namorar com a chatinha mais odiada por eles.

Ela é muito sacana a tal da Karen. Foram várias as citações nada elogiosas sobre ela, como quando ela mentiu que iam a um campeonato de luta livre, fazendo o casal Eriksen se vestirem a caráter, completamente ridículos – principalmente a Lily, com aquela barbicha! –, ou quando tiveram que comer comida sem nenhum derivado de animais ou sal – o que fez, na mesa do pub, o Marshall dizer e imitar a Karen como sendo um zumbi natureba.

Por fim, descobrimos que o Theodor voltou com a tal vadia, gerando insatisfação geral entre os amigos, inclusive com o Barney, que pareceu até gostar da Karen por causa do seu “histórico” cheio de “Sorry, bros”. E, falando no Stinson, adoro as “marcas” dele, como os gritinhos e a risada de satisfação. Teve muito disso enquanto ele fazia o Marshall contar sobre a história das calças – que eu nem achei tão engraçada assim, afinal; só mesmo pelas sacadas que aparecem em meio a ela, como o Barney contando sobre o encontro com sua ex-namorada Wendy, que o daria uma gravata, mas que ele não recebeu, pois saiu correndo do restaurante onde estava, pensando que aquilo que ela tirava da bolsa era uma arma.

Outras coisas? O Marshall ligando pra Lily do trabalho, pedindo que ela levasse as calças reservas dele e, quando ela respondeu negativamente, dizendo: “Nossa, mulher, você tem a memória de um peixe!” Foi hilário, talvez a melhor quote do episódio. Ah, também tem um flashback do Marshall se separando de sua única ex-namorada, uma garotinha do jardim de infância, porque o seu rival sabia ler como um garoto da quinta série. xD

Também teve as coisas da Robin, afinal! Por exemplo, ela achando a maior graça de um chimpanzé vestindo dois ternos sobrepostos e a bendita jornalista sob o efeito de remédios para dormir, chegando a comer costeletas no chão da cozinha.

Antes que me esqueça, essa episódio foi o que teve menos audiência da temporada até agora: 8,5mi de telespécs. É um número razoável? É, mas não satisfatório. Vamos esperar para ver a Karen nos próximos episódios, atazanando todo mundo.

Por enquanto, é só. See ya!

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O que acontece quando duas mães superprotetoras, porém atrapalhadas e completamente carentes, a ponto de fazerem seus filhos não terem amigos nenhuns, se encontram numa sitcom? Dão um bom episódio de The New Adventures of Old Christine!

Quando eu vi a cara da Amy Iglow eu sabia que já tinha visto ela em outro lugar… ou melhor, no mesmo lugar só que numa época diferente. Sim, pois na temporada passada de Old Christine ela apareceu, num papel muito menor e completamente desinteressante. Mas, enfim, dessa vez ela encarnou Francine, uma mulher cheia de afinidades com a Christine e que acaba “abusando” dela quando Justin, seu filho do qual ela se perde o tempo todo, fica amigo de Ritchie – a cena deles se encontrando na casa da Campbell foi ótima!

Enquanto isso, todo mundo abandona a casa da Christine. O Matthew vai pra casa da nova Christine e do Richard, por causa do aquecimento do seu quarto que não está funcionando, e a Barb vai dar “umas voltas por aí”, ao perceber que precisava de um tempo da protagonista da série.

Mas como todo bom filho à casa torna, Matthew percebe que a casa do ex-cunhado não é tão boa assim e que, na verdade, em sua casa, a nova Christine se comporta como a Bree de Desperate Housewives nos seus tempos de neurose. O desespero dele com o Richard tentando tirar uma e, na verdade, acabando com o tapete da sala da casa dos pesadelos foi com certeza uma das melhores partes do episódio, principalmente quando ele disse que compraria um novo tapete e, depois de descobrir o preço, dizer que o chão amadeirado era uma maravilha. Depois voltou pra casa e o resto é história…

Com a Barb foi um pouco diferente. Quando a Christine, avisada por Matthew, percebe que a Francine está meio que “abusando” da amizade dela, ela resolve acabar com tudo com a mãe do Justin, mas acaba fracassando, pois, no exato momento, a vida resolve freakin’ kidding da cara dela: a avó da nova amiga tinha morrido.

Daí a Christine teve que fazer um monte de coisa pra ela, inclusive arrumar o funeral todo. Ela dizendo que esperava que a defunta fosse fã de Hannah Montana, porque no momento de comprar um livro de visitas acabou comprando um caderno de autógrafos da estrela teen, foi hilário. Melhor ainda foi quando a Barb, a pedido da Christine, fez o discurso final, falando tudo o que sabia sobre a mulher que estava morta.

O que posso dizer da avó da Francie? Olhando para ela, podemos ver que era uma mulher… alta… e branca!

Eu ri demais com essa última citação do episódio, talvez a que aumentou o valor dele pra mim. A cara da Wanda Sykes, o sotaque dela e tudo o mais é ótimo numa cena dessas. Ela transmite realmente o embaraço da Barb diante da situação e eu adoro isso!

Outras coisas que eu gostei bastante: que a nova Christine, depois de tanto conviver com o bando de loucos trazido pelo seu namorado, está finalmente deixando de ser uma completa monga pra se transformar em mais uma ironic girl; e que a Marly e a Lindsay, principalmente essa última, tenho participado mais do episódio, com quotes memoráveis, como quando a Lind disse, quando a Christine falou que foi até a Westbridge para pegar o Justin, que ela precisava parar de beber, porque o filho dela era o Ritchie. Mais pontos positivos pra sitcom!

Bem, eu acho que, por enquanto, é isso. Até mais!

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O episódio se chama Larry King, uma homenagem mais que especial para aquele que fez uma participação maravilhosa na série, mas todo mundo começou a chamar de Jalisa pra cá, Jalisa pra lá… tanto que até pegou! Muita gente não entendeu, como o Maurício, essa “mudança de título” por parte dos fãs de 30 Rock – sendo que ele mesmo acompanha o sitcom. Pra mim, tudo está mais do que claro: é uma forma de fixar o amor e os desentendimentos entre o melhor casal do show até hoje.

Salma Hayek entrou e saiu maravilhosa no papel de Elisa, a porto-riquenha que deveria cuidar de Colleen, mas que acabou tombando para os braços de Jack… Até, depois de tanto tentar, perceber que era tecnicamente impossível ficar com o cara da NBC. Fiquei muito triste ao saber que ela estava voltando para o seu país de origem – apesar de ter rido do vídeo que ela deixou; não por causa dela, mas pelo Jonathan fazendo uma ponta bizarra no mesmo. Eles tinham tantas coisas para darem origem a mais e mais histórias, mas… Não li spoilers sobre se ela vai continuar ou não, mas, enfim, às vezes um dramazinho faz bem, até mesmo nas comédias, certo?

Agora, do outro lado, vemos uma quase-paródia dos filmes de aventura com toque de enigma, daqueles em que uma bomba vai explodir o mundo caso uma charada não seja decifrada, com direito a música característica ao fundo e tudo o mais… Bem, do outro lado temos Tracy Jordan no afamado programa do Larry King, o Pete e o Frank que nem loucos tentando achar o dinheiro dele e a Liz quebrando o coração do ser mais ingênuo das séries, Kenneth, e depois recuperando sua amizade sincera.

Eu também não sabia de jeito nenhum que lugar seria o tal lugar mais seguro do 30 Rockfeller Center e que, mesmo saindo de lá, permanece no mesmo lugar ou alguma-coisa-parecida, mas no momento em que eles citaram o Kenn tudo se clareou na minha mente. A cena dele com a Lemon e o cara que sequestrou o celular com fotos comprometedoras dela no Queens foi bem legal. Adoro aquela cara de bobo-alegre do Parcell quando as pessoas dizem que são amigas dele, algo que me lembra e muito com a Betty de Ugly Betty.

Senti falta da Jenna, a doidinha. Acho que se ela tivesse se metido no rolo todo da busca pelo dinheiro do Jordan – ah, adorei as declarações dele ao vivo e em rede nacional na TV! – tudo seria perfeito. Só não foi por causa desse pequeno, mas indispensável detalhe. Só. Vai, eu adoro a Krakowski!

Bem, acho que essas são as principais considerações a serem feitas. Então, tchau!

PS: Era pra anta que vos fala ter postado isso aqui ontem à noite, mas, antes mesmo de fazê-lo, fechou o Word e não salvou o arquivo. ¬¬

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Confesso que não fui pra cara de How I Met Your Mother de início, mas quando comecei a acompanhar a série conto os dias para poder ver o próximo episódio. Só pra você ter uma ideia, vi todas as três primeiras e o início da quarta temporada em quinze dias. São ótimas histórias, ótimos atores. É bem verdade que a first season não foi aquele primor, mas, vamos lá, melhorou bastante e agora não sei passar sem ver essa série.

Acontece que, nesse episódio que agora começarei a comentar, o pessoal segue o Barney do pub até um lugar fora de Manhattan, desconfiando que ele tivesse arranjado uma namorada. Até no meio do caminho a Robin, usando-se de seu sarcasmo habitual, comentou quando o Ted disse que eles tinham se afastado demais da cidade:

Estamos falando de uma garota que conseguiu amarrar Barney Stinson. A casa dela deve ficar em Nárnia.

Hilário também foi descobrir todo o doido esquema que o pegador da série armou só pra que sua mãe, a ex-vadia, como ela mesma se definiu, Louretta (interpretada por Frances Conroy, a matriarca Ruth Fisher de Sex Feet Under e mais recentemente a viúva socialite Virginia Hildebrandt de Desperate Housewives), tivesse sua vontade de ver o filho casado e com uma boa família antes de morrer cumprida. Bem, as coisas foram bem, pois ele contratou dois atores para esporadicamente se passarem como mulher e filho dele, a Betty (que, na verdade, se chama Margaret) e o Tyler (que, na verdade, se chama Grant). Ele manteve essa farsa, sei lá, por um bom tempo, até que…

Os amigos apareceram!

Sim, porquê daí em diante eles começaram a pressionar o Barney pra dizer a verdade, principalmente depois que o Ted foi pego aos beijos com sua esposa de mentirinha. Foi muito engraçado o arquiteto colocando em prática o que tinha aprendido com a atriz. Ah, e a cara que o Neil Patrick Harris faz sempre que o personagem leva um tapa é a melhor, é praticamente a marca dele, como a irritante voz fina.

Prosseguindo, no final o Barney acaba contando pra mãe toda a verdade e ela dá graças a Deus, dizendo que não gostava nem um pouco da falsa nora, muito menos do garoto e seu bordão idiota (“Tyler não gosta disso!”) e dos seus amigos idiotas. Enfim, tudo se resolveu da melhor maneira possível, com Barney descobrindo que sua mãe, apesar de um tanto relapsa durante a sua infância, o ama mais do que qualquer coisa em toda sua vida.

Também podemos ver nos momentos finais do episódio o Tyler tentando beijar a Robin – foi muito engraçado ele fazendo biquinho, se aproximando dela e ela dando o fora! –, o Barney interiorizando o conselho de sua mãe de não deixar a oportunidade de amor fugir ao ver a jornalista abrir a porta.

Ah, e também teve a Lily se desculpando com a mãe do Marshall, quando na verdade está interpretando pelo telefone com a ajuda de Ted e sua provável nova namorada, a Betty/Margaret. A Lily repetindo sem querer uma frase nada a ver na conversação e depois se corrigindo e o marido chorando feito um bebezão pela “reconciliação” das duas mulheres de sua vida foi muito engraçado, talvez uma das melhores cenas desse episódio que, apesar de não ter sido o melhor, foi bem legal.

A Lily dizendo que a mãe do Marshall a odiava, dizendo que ela não ia continuar com ele para sempre, pois ele ia para o céu, foi… wait for it…

Hilarious!

Enfim, muito bom, gostei bastante. E agradeci pelo final do hiatus, afinal! Pelo menos uma série voltou, certo?

Bem, esse foi o segundo review do blog e você deve ter percebido que sitcom é o que eu mais gosto no mundo das séries. Pois bem, é basicamente o que você encontrará aqui mesmo. Os próximos episódios a serem comentados serão de 30 Rock e United States of Tara - esse segundo um pouco mais dramático, mas que eu também adoro!

Então, aguardem! E esteja aqui quando eu voltar, claro!

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Bem, depois de um bom tempo amadurecendo a ideia de criar um blog sobre séries, colocando na balança um monte de fatores que eu ainda estou observando, resolvi começar e tocar até onde der o Crazy About Series, e nada melhor do que iniciar tudo falando de uma sitcom na qual eu simplesmente sou vidrado: Everybody Hates Chris – ou Todo Mundo Odeia o Chris, como na Record, se preferir.

Como sempre, Chris foi mais uma vez odiado – e eu adorei isso! Afinal, quanto mais detestado ele é por todos, mais situações aparecem na vida dele e, logo, eu rio bem mais. Nesse episódio, por exemplo, ele quis dar um de Rocky Balboa, depois de se cansar mais uma vez de apanhar do Caruso e de um incentivo por parte de seu professor, o pé-no-saco do sr. Thurman. Tudo bem, ele até que passou bem na primeira luta, principalmente porquê ali estava em voga dois tickets para uns rounds entre Mike Tyson e um tal de Quebra-Ossos que ele e o Greg assistiriam. Isso até que ele enfrentou um short prateado, que significa, sei lá, a “nata” do boxe na Big Apple. Resultado? Uma bela surra, três dias em coma, a perda parcial dos movimentos e a grande luta que o Wulliger assistiu sozinho. Se não fosse tão cômico, eu sentiria pena dele. Mas não senti, o quê significa que a situação toda foi muito engraçada!

Ainda na família Rock, só que em outro plano paralelo ao de Chris tentando virar um saco de pancadas, temos Rochelle sentindo-se sozinha por causa dos horários extras do Julius, ele às voltas, só que um pouco sem saber, com a nova vizinha, uma nerd sexy chamada Darlene, interpretada por Tamala Jones, e o Drew aproveitando-se do exibicionismo da mesma que, enxergando mal sem os óculos e pensando ser ele o homem que está tentando conquistar, ou seja, o Julius, acaba dançando para ele e seu grupo de clientes que passa a pagá-lo para ver a dança no outro apartamento.

Numa parte, a Tonya acaba descobrindo o que o irmão está fazendo e tenta tirar dele uma grana, através da sua arte-mor: a chantagem. Entretanto e finalmente, Drew aprendeu que extorsão, pelo menos no seu caso, se combate com ameaça. O jeito que ele deixou ela de rabo-preso, dizendo que “plantaria” uma garrafa de licor e um maço de cigarros no quarto dela caso os pais ficassem sabendo sobre aquilo, foi ótima. Eu vi a maldade dele nisso e, sinceramente, a chatinha da casa merecia isso.

Ah, voltando pros pais… O Julius descobre um monte de ligações à meia-noite na conta de telefone e resolve dar uma investigada. Num primeiro momento, eu pensei que fosse o irmão do Chris, mas quando um tal de Lawrence atendeu, com aquela voz de cafetão, o sr. Rock ficou logo com a pulga atrás da orelha e acabou descobrindo, questionando a esposa, que ele era um locutor de rádio e que a Rochelle só estava ligando tanto para ele para que tocasse as músicas que lembrassem o marido, só para não se sentir tão só. Agora, o único “problema” a ser resolvido era a Darlene.

Quando foi abrir a janela pra entrar um ar no quarto dos filhos, a mãe descobriu a moça do outro lado e resolveu ter uma conversinha com ela, que revelou não saber que o Julius era casado e perguntando-se, afinal, quem era aquele que a estava observando todos aqueles dias. E num estilo muito próprio, ou seja, com uma cara dos diabos e gritando feito uma louca, ela diz pros garotos lá do apartamento de Darlene pra pararem de fazer aquilo. Bem, pela leitura de labial foi o que eu entendi! O fato é que, nessa hora, aconteceu um diálogo muito hilário. O James, um dos meninos que o Drew cobrava pra ver a nova e gostosa vizinha, perguntou que hora a Rochelle ia tirar a roupa. MORRI de rir!

Enfim, mais um ótimo episódio dessa ótima série que eu voltei a acompanhar semana passada e que nesse curto espaço de tempo acompanhei a 4.ª temporada inteira até agora.

Ansioso para baixar e assistir o próximo episódio que, francamente, se ultrapassar minhas expectativas vai ser o melhor de todos.

Afinal, everybody ha-ates Chriiis…